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Pesquisa em nanomedicina estuda luz azul na liberação de agentes farmacêuticos diretamente sobre o alvo

Fonte

Universidade Tampere

Data

terça-feira. 15 dezembro 2020 18:40

O professor Dr. Timo Laaksonen, que divide seu tempo entre a Universidade de Helsinque e a Universidade Tampere, na Finlândia, recebeu uma bolsa de aproximadamente € 2 milhões do Conselho Europeu de Pesquisa (ERC). A pesquisa do Dr. Laaksonen se concentra na liberação de agentes farmacêuticos de forma controlada no corpo usando luz azul ou ultravioleta.

Empregar luz na liberação de drogas não é uma invenção nova. Com o auxílio da luz vermelha, por exemplo, a membrana de um lipossoma que transporta um medicamento de tamanho nanométrico pode ficar mais permeável, liberando o medicamento. No entanto, a luz azul fornece um conjunto mais amplo de ferramentas em comparação com a luz vermelha.

“A luz azul e a ultravioleta têm mais energia, poderosa o suficiente, por exemplo, para quebrar ligações químicas em um determinado tipo de carreador de drogas e separar as moléculas de drogas ligadas à superfície do carreador”, explicou o Dr. Laaksonen.

Anteriormente, o uso da luz ultravioleta era dificultado pelo fato de que viaja menos de cem micrômetros no tecido, ou a largura de um único fio de cabelo comum. A luz vermelha avança muito mais. O fato de a luz ultravioleta poder danificar o corpo adiciona outra complicação, enquanto a luz vermelha é notadamente mais segura.

O Dr. Laaksonen agora está se concentrando em como direcionar com segurança a luz azul ou ultravioleta para o local onde a droga deve ser liberada. Existem duas opções: ou os fótons podem ser convertidos localmente para um nível de energia mais alto dentro do corpo, ou uma variedade de implantes de drogas ativados pela luz podem ser usados.

“Na prática, a fotoativação pode ser potencialmente utilizada para liberar medicamentos, por exemplo, no momento preciso em que outra dose é necessária. Pode ser um determinado horário todas as manhãs, ou podemos ajustar continuamente a taxa de liberação para se adequar ao paciente”, concluiu o pesquisador.

Acesse a notícia completa na página da Universidade Tampere (em inglês).

Fonte: Universidade Tampere.

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